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Municípios paulistas iniciam etapa municipal da Conferência das Cidades

Pelo menos 14 municípios já realizaram suas conferências; outros 67 estão com data marcada

06/06/2024
Foto ilustrativa

Crédito: Daniel Vorley

Os municípios do Estado de São Paulo deram o ponta pé inicial para realizar as etapas locais da Conferência das Cidades. Até agora, 14 cidades do Estado de São Paulo iniciaram as etapas municipais e reuniram representantes de diversos setores da sociedade para pensar e discutir propostas que promovam um desenvolvimento urbano sustentável e inclusivo.

Na Grande São Paulo, Taboão da Serra, Itaquaquecetuba e Francisco Morato estão entre a lista dos 14 primeiros municípios que já realizaram seu encontro. No interior interior paulista, Araraquara, Araras, Ribeirão Pires, Iracemápolis, Piracicaba, Cajati, Onda Verde, Engenheiro Coelho, Ubarana, Rio Claro e Santo Antônio da Alegria já fizeram suas conferências. Além disso, outros 67 municípios já estão com datas marcadas.

Para auxiliar as cidades, a Subsecretaria de Desenvolvimento Urbano, por meio da Comissão Organizadora, tem mantido diálogo com os municípios e criou a Cartilha da 7ª Conferência Estadual das Cidades. O documento traz orientações sobre conferência deve ser realizada, bem como estabelece os objetivos que vão nortear as discussões nas cidades para que sejam apresentadas propostas em cinco eixos temáticos já definidos.

A etapa municipal é requisito fundamental para garantir a participação das cidades na rodada estadual e, consequentemente, na federal. É nela que os delegados serão eleitos para representaram os municípios na Conferência Estadual, levando suas demandas.

Conferências das Cidades

Realizadas em âmbito municipal, estadual e nacional, as Conferências das Cidades representam um mecanismo fundamental para a formulação de políticas públicas direcionadas ao desenvolvimento urbano sustentável e inclusivo no Brasil. Esses encontros são cruciais por proporcionarem um espaço democrático e participativo em que diversos atores — incluindo governo, sociedade civil, especialistas e representantes de movimentos sociais — podem debater, propor e deliberar sobre as diretrizes para a política urbana.

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